terça-feira, 11 de dezembro de 2018




Representantes de oito dos 14 engenhos bombinenses se fizeram presentes na homenagem organizada pelos segundos anos do EMIEP.



Na noite da quinta-feira 5 de dezembro, os alunos dos 2º anos do EMIEP da EEB Maria Rita Flor, realizaram uma homenagem aos engenheiros bombinenses e aos dois espaços culturais representativos aos engenhos de Bombinhas: o Engenho do Miminho sob a guarda da Fundação Municipal de Cultura de Bombinhas, e o Museu Comunitário Engenho do Sertão. A noite contou com diversas apresentações artísticas e documentários preparados pelos próprios alunos e os homenageados receberam um troféu feito pela artista e professora Patrícia Estivallet e um certificado de Honra ao Mérito em reconhecimento à manutenção do Patrimônio Histórico e Cultural Bombinense.

Participaram da homenagem representantes dos dois espaços culturais, os Mestres engenheiros: Mestre Bielinho e sua esposa Jucélia Silva, Mestre Suel Gonzaga e Mestra Rosa Dias. E ainda Lenio Mendes do Engenho Lenio e Lenício Mendes e Elba e Azeneu Cruz do Engenho do Vô Neu.

A professora de história Caroline Celle Waltrick de Oliveira Floriano, responsável pela turma do 202 que organizou a noite especial, destaca que o objetivo da turma foi promover mais um ato em defesa da manutenção do Patrimônio Cultural, em especial os dos engenhos que são tão vivos na península. Atualmente Bombinhas soma 14 engenhos, sendo três em espaços culturais, um de propriedade de um hotel que o mantém montado e aberto ao seu público interno, três estão guardados por suas famílias e sete são produtivos.

A gestora da EEB Maria Rita Flor, Sirlei Manes, agradeceu a disposição dos engenheiros em receber os alunos para visitação e relatos de experiência, e ressaltou a importância de proporcionar essa convivência tanto aos estudantes oriundos de outras localidades, quanto aos nascidos em Bombinhas. “Eu fico encantada de vivenciar este momento aqui no Maria Rita que propicia o conhecimento vivo da história dessa cidade acolhedora. Hoje a nossa realidade é que a maioria dos alunos são de outras localidades, estados e até países, e quando assistimos um aluno nascido em outro lugar falar sobre a história local com tanta propriedade nos dá o sentimento de missão cumprida”.